A cada martelada, afunda-se o prego
Fulga do que foi outrora calmaria
Naus ao mar, destinos ao céu
Segue a correnteza em caminhos tortos
Atiram-se à leste, caem no oeste
Ah, Terra redonda, põe algum juízo
Nesse prego chato que insiste que
A vida prende-se ao ritmo do martelo!
domingo, 10 de maio de 2009
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2 comentários:
=P
cabe análise mas eu não me prendo a desvendar nada...
me fez pensar em coisas q provavelmente não tem nada a ver com a idéia do texto, acho q essa é a mágica da poesia.
parabéns mano!
Jotapê
doido eu vi nesse poema a cara do mundo!!!
imprecionante mesmo...
Mandou ver
Parabéns
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