domingo, 10 de maio de 2009

Cíclico

A cada martelada, afunda-se o prego
Fulga do que foi outrora calmaria
Naus ao mar, destinos ao céu
Segue a correnteza em caminhos tortos
Atiram-se à leste, caem no oeste
Ah, Terra redonda, põe algum juízo
Nesse prego chato que insiste que
A vida prende-se ao ritmo do martelo!

2 comentários:

João Paulo Sousa disse...

=P

cabe análise mas eu não me prendo a desvendar nada...

me fez pensar em coisas q provavelmente não tem nada a ver com a idéia do texto, acho q essa é a mágica da poesia.

parabéns mano!

Jotapê

ammuty disse...

doido eu vi nesse poema a cara do mundo!!!
imprecionante mesmo...

Mandou ver

Parabéns