O último instante que contemplo
É o primeiro instante que percebo
Que o meu viver de antes nunca mais será o mesmo
Que, por mais que queira voltar para o começo, é o fim
O fim do começo e o início do meio
Meio perdido na escuridão
Meio passo rumo ao porvir
Naus ávidas por novos mares
No meio do mundo das terras partidas
Onde restam pedaços do que outrora era vida
Resta apenas um sopro de esperança
Que traga à sintonia o que clamo
Fulgás lampejo cintilante
Entrego a ti, mais uma vez
Meu destino errante!
quarta-feira, 9 de março de 2011
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3 comentários:
São de recomeços entremeados e antecedidos por tropeços velozes e passos largos de calmaria que vivemos e seguimos e seremos e saberemos e nunca veremos e findaremos... mas certos de que fizemos história. Abraço! Jotapê
Recomeçar é sempre bom! Apesar de na maioria das vezes acontecer por fins que não prevemos ou queremos...
Mas é sempre bom!
Leitora conquistada. =D
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